quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

BIM Show Live 2013


O BIM SHOW LIVE é um evento no Reino Unido que reúne por dois dias, especialistas que apresentam suas experiências através do trabalho cotidiano com metodologia e ferramentas BIM.

"This is not a forum for conjecture and debate, but an arena to demonstrate the benefits BIM is actually bringing, and showcasing how it was made to work - delivering real skills, processes and workflows to our delegates to take back to their organisations."

O evento acontecerá em Londres nos dias 30/04 e 01/05 (caso algum leitor esteja por lá, se interesse e assista, pode depois deixar suas impressões aqui para a gente!) no Park Plaza.

Todos os detalhes do evento (inscrições, agenda, palestrantes, etc...) podem ser acessados através do link a seguir.


terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Smartmarket Report 2012: The Business Value of BIM in North America


O Relatório sobre o uso do Building Information Modeling na América do Norte em 2012 está online e gratuito para download.

Reunindo experiências de Arquitetos, o Report é produzido pela Editora McGraw-Hill e divulgado pela Autodesk. 
Basta preencher um cadastro e fazer o download clicando neste LINK.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Férias!

Caros leitores,



A cada ano renovo minha esperança de que os dias que vêm a seguir sempre serão melhores do que os que passaram.

Eu desejo sinceramente que o ano de 2013 seja de muita saúde, muito sucesso e muitas realizações para todos nós que trabalhamos na indústria AEC.


Voltaremos nossas publicações a partir do dia 07/01/2013.

Boas Festas para todos.


Um abraço,


Julio Bastos, editor

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

A História do BIM



Muito legal esse post do Architecture Research Lab sobre o processo evolutivo de consolidação dessa metodologia de processo de trabalho em AEC.


Só discordo do trecho na introdução onde ele chama o BIM de 'software'...

Leia o post AQUI.

[via @BIMfacts]


quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Treinamento #ArchiCAD em São Paulo

A TI Lab está oferencendo treinamentos do ArchiCAD a partir de Dezembro, na cidade de São Paulo.

Os cursos têm duração de 24 horas práticas + 6 horas de plantão de dúvidas, além de um suporte técnico de 6 meses. 

As aulas têm duração de duas horas, que não tornam o curso maçante e dá espaço para treinar o que aprendeu no mesmo dia.



Datas de início e horários:

03/12/12

Segundas, quartas e sextas
14h00 às 16h00

04/12/12

Terças e quintas
10h30 às 12h30
14h00 às 18h0018h00 às 20h00Para maiores informações, contato com a TI Lab no telefone (11) 3814-8145

Para acessar o site, clique AQUI.

[via TI Lab no Facebook]

sábado, 24 de novembro de 2012

Guia de Referência para #ArchiCAD em Português BR

Há algum tempo vinha procurando uma publicação em português que auxiliasse no dia-a-dia do uso do ArchiCAD mas não estava encontrando.

Graças a dica do Victor Silva, via Facebook, encontrei hoje o Guia de Referência ArchiCAD no site do GetPro.


Escrito pelo João Gaspar e pela Natalia Turri, o guia tem 9 tópicos distribuídos em 103 páginas. Tem encadernação espiral e custa R$75,00, focando em quem quer aprender a usar o programa e/ou para quem quer uma base de consulta física e rápida para dirimir dúvidas de usabilidade.

Para adquiri-lo, é só clicar neste LINK.

Bom aprendizado!

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Autodesk University 2012 - Sessões Virtuais



O Autodesk University 2012 que será realizado em Las Vegas, entre os dias 27 a 29/11, terá suas sessões virtuais gratuitas iniciando no dia 27/11, inclusive com sessões em português.


Entre os palestrantes de língua portuguesa, utilizando a ferramenta BIM Autodesk Revit Architecture, destaco:
  • Décio Ferreira: "Utilização de Links e Grupos"
  • Fabrício Ferreira: "Modelando Coberturas no Autodesk Revit"
  • Flávia Maritan: "Autodesk Revit - Tabelas (Schedules)"
  • Hugo Tavares: "Autodesk Revit Fora da Caixa: Como Ganhar Mais Dinamismo com Plugins e Ferramentas"
  • Tiago Ricotta: "Autodesk Revit para Projetos Executivos de Arquitetura"

Para ter acesso ao catálogo de sessões, é necessário criar uma conta gratuitamente. 

Para criar sua conta gratuita, clique AQUI.

Para ver as sessões virtuais em português e outras, clique AQUI.

Obs.: Vale ressaltar que o AUVirtual não tem sessões somente sobre o Revit Architecture. Todos os sofwares da Autodesk estão contemplados nas palestras com palestrantes do mundo todo, compartilhando seus conhecimentos.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

"Orçamentação com BIM"

Entrevista com o Engº Pedro Badra (SBD - Sistemática Badra de Dados)


Engenheiro explica as vantagens e os desafios da orçamentação baseada em modelagem 3D

Por Gisele Cichinelli

Quantificação automática e precisa são as primeiras e principais vantagens citadas quando o assunto é o uso do Building Information Modeling, (BIM, ou Modelagem de Informação para a Construção) na orçamentação. Os softwares que suportam a tecnologia permitem calcular instantaneamente todos os quantitativos. 
No Brasil, por enquanto, são poucas as empresas que estão se arriscando a desbravá-la. "E ainda enfrentam todas as dificuldades inerentes a qualquer mudança de paradigma", lembra o engenheiro e consultor Pedro Antonio Badra, da empresa Sistemática Badra de Dados (SBD). Enquanto a interação entre os softwares BIM e de orçamentação precisa evoluir, faltam bibliotecas com dados precisos, profissionais capacitados a operar na lógica do 3D e, sobretudo, disseminação de informação sobre o assunto. 
Na tentativa de orientar o mercado, o engenheiro, que acumula 37 anos de experiência em orçamentos, nove dos quais dedicados ao levantamento de quantitativos em BIM, lança ainda neste ano o livro Guia Prático de Orçamento - Do Escalímetro ao BIM (Editora PINI). O documento pretende servir como manual para orçamentação, incluindo roteiros e metodologia de quantificação em BIM. 

Em entrevista ao Guia da Construção, Badra faz um panorama do uso da solução na construção civil brasileira.

Quais as maiores vantagens da aplicação do BIM nos orçamentos?
Na construção virtual tem-se a padronização dos critérios de quantificação, pois as peças vão sendo construídas ao mesmo tempo em que os critérios de execução são impostos, transformando esses dados em quantidade. Tudo o que se desenha é quantificado automaticamente. Apesar dessa grande vantagem, existe a necessidade de aprendizado de operacionalização do sistema. É preciso contar com pessoas experientes, que entendam como "ler" um projeto em 3D.

E o mercado já dispõe desses profissionais capacitados?
Não, ainda há poucas pessoas capacitadas para operar em BIM e as universidades ainda não contam com cursos complementares na sua rede curricular para estimular os estudantes a ter acesso à tecnologia. Para se ter uma ideia, já temos mais de três milhões de metros quadrados levantados, mas até hoje não conseguimos receber um único projeto em BIM. Ainda recebemos os projetos em 2D e temos de passá-los para 3D para, daí, extrairmos as quantidades. Mas acredito que os projetistas, com o tempo, enxergarão as vantagens de trabalhar em 3D.

Como avalia o cenário para o uso e disseminação dessa ferramenta na orçamentação hoje?
Quando começamos a usá-lo, entregávamos quantitativos dentro de planilhas em conjunto com alguns desenhos, sem memoriais de cálculo, como se fazia então. Isso foi visto como novidade, mas ninguém pagava por aquilo. Não havia a noção de que a ferramenta poderia otimizar a obra. Passados oito anos, os clientes começaram a perceber o valor da tecnologia BIM.

Como o senhor tem observado a introdução da tecnologia dentro das construtoras?
As empresas ainda estão encontrando algumas dificuldades. Além da formação de uma equipe homogênea que saiba utilizar a tecnologia, a formação de uma biblioteca residente que diminua o tempo de elaboração de um orçamento também tem sido um dos principais gargalos na implantação do sistema dentro das empresas. Quem opera não sabe criar, pois para executar essa tarefa é preciso ter todos os elementos construtivos (no caso de uma porta, por exemplo, detalhes sobre batente, largura de batente, espessura, tipo de fechaduras, etc.).

E qual seria a saída?
A indústria da construção civil deve oferecer as informações sobre seus produtos e sistemas ao mercado, o que ainda não acontece. Nosso pessoal ainda tem de criar esses dados. Base de dados é um elemento indutor ao uso dos materiais e as empresas da cadeia da construção civil têm de se atentar a isso.

Quais são os principais gargalos que ocorrem durante a fase de levantamento de quantitativos?
O projeto deve ser entregue dentro das condições do quantitativo-executivo. O orçamentista deve receber o projeto executivo pronto, assim pode transformar todos os seus detalhes em números. Com um projeto executivo em mãos, teoricamente é possível construir o prédio com todos os detalhamentos e, consequentemente, extrair os quantitativos corretos e bem detalhados. Infelizmente, isso ainda não é realidade no Brasil. Recebemos projetos incompletos, "prontos" apenas para serem aprovados pelas prefeituras, porém com a exigência de extrairmos orçamentos executivos. Isso representa uma distorção do conceito BIM, pois não cabe ao orçamentista detalhar nada.

Pelo que o senhor relata, as vantagens do BIM ainda não estão sendo exploradas na sua totalidade. Como mudar esse panorama?
A visão do projeto tem de evoluir do "2D" para o "3D", tanto no que diz respeito à construção como à orçamentação. Já existem comissões em entidades como a Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura (AsBEA) para discutir e promover palestras sobre a tecnologia. Mas o ideal, insisto, é que esse conhecimento seja introduzido nas universidades, de modo que os alunos egressos possam disseminá-lo nas construtoras. Vale lembrar que o BIM também é uma ferramenta 4D (orçamento-planejamento) e 5D (orçamento-planejamento-medições e controle). Ou seja, é uma ferramenta extremamente dinâmica.

Qual é o grau de precisão alcançado na estimativa do custo global da obra com o uso da ferramenta?
Se os quantitativos são precisos, os orçamentos sairão a partir desses dados, podendo chegar a 95% de precisão dessas informações. Hoje, já temos condições de começar uma obra com muito pouca variação de custo. Utilizando isso no campo, a variação diminui muito. Desperdícios e imprecisões podem ser facilmente resolvidos com a correta aplicação do BIM.

Como tem sido a interação dos orçamentistas com a obra?
Até pouco tempo, o orçamento era uma peça que servia simplesmente para valorizar a obra e que era rapidamente esquecida. Na obra, começava-se tudo novamente, com engenheiros e estagiários contratados para executar medições, etc. Com o advento do BIM os relatórios já saem com todos os dados listados e quem está no campo não precisa fazer medições. A interação projeto-obra é imediata e isso produz retorno no custo da obra. Se houver alteração no orçamento, o problema não está no quantitativo e sim na precificação. No preço, se analisa se a compra foi malfeita ou se a mão de obra foi improdutiva. Essa informação volta para composição. A inter-relação do orçamento com a obra é dinâmica.

O que se perde quando é preciso fazer a conversão do 2D para o 3D?
Tempo, basicamente. O departamento de orçamento não deve corrigir projeto e sim detectar falhas. Se houver um coordenador de projeto, ele deve detectar essas informações e passá-las para a fase seguinte, de orçamentação e precificação. Mas, na maioria dos casos, temos que assumir essa fase. Hoje, as construtoras que estão implantando a ferramenta também estão tendo de contratar o profissional para fazer a "tradução" do projeto de 2D para 3D, o que gera custo e tempo. Por outro lado, o uso do BIM detecta problemas que podem custar muito se não forem evitados antes da etapa de execução da obra. É preciso observar a relação entre custo e benefício.

A interação dos softwares de orçamento com os softwares BIM é satisfatória?
Ainda existe a necessidade da intermediação do homem nessa transferência de dados. É necessário codificar as informações numéricas do BIM para o orçamento. O ideal é que essa codificação fosse automática. Para isso, é necessário investir em soluções de alto custo, que demandam investimentos.

Comentário do Editor

Meu objeto de estudo no Mestrado é o Sistema de Classificação para Informação da Construção, que está sendo normalizado pela Comissão de Estudos Especial 134 da ABNT e que, justamente, oferece as condições necessárias para que especificação e orçamentação sejam feitas da maneira correta na plataforma BIM.
A unidade semântica associada à uma codificação única vinculadas ao objeto construtivo constante do modelo 3D e estas, associadas à composição de custos advinda de uma base de dados externa, possibilitarão aos profissionais que se debruçam sobre esta atividade relevante na fase de pré-construção, gerar planilhas orçamentárias com maior precisão, menor margem de erros, menores percentuais de ajuste e estimativas e como resultante, maior lucratividade.
Vale ressaltar que esse processo só é possível com colaboração interdisciplinar entre os agentes do processo, com a informação correta e entregue da maneira correta ao ser disponibilizada no modelo. Essa é, resumidamente, a forma de trabalho no BIM.

A reportagem está neste LINK.

[via Guia da Construção, edição 135 - Outubro 2012]

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

ArchiCAD Happy Hour

"O objetivo do ArchiCAD Happy Hour é fazer as pessoas que usam e gostam do programa se conhecerem, trocarem informações e ideias, tanto sobre o uso do ArchiCAD como sobre o mercado de trabalho, atuação dos profissionais que usam o programa, enfim, tudo aquilo que diz respeito ao ArchiCAD.


O AHH (ArchiCAD Happy Hour) acontecerá no dia 26 de novembro, segunda-feira, às 18 horas, na D5 Cursos, no Rio de Janeiro.




A participação é gratuita, mas pedimos a gentileza de confirmar presença, para que a gente saiba quantas salas e computadores temos que reservar.

Para se inscrever, envie um email para contato@d5cursos.com.br ou telefone para 21.2225.3554, dizendo que quer reservar sua vaga no ArchiCAD Happy Hour.

A D5 Cursos fica na Rua dois de Dezembro, 78 sl511 – Flamengo – Rio de Janeiro." 


Essa é a rua do Castelinho e do IAB/RJ, para servir de referência.

[via Eduardo Santos no LinkedIn]

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Autodesk University Brasil 2012 - Handouts e Apresentações


A Comunidade de Usuários Autodesk Brasil está disponibilizando no seu site, os materiais de acompanhamento e as apresentações das palestras apresentadas.


O mais interessante é a possibilidade de baixar os materiais das palestras que não pôde assistir, seja por prioridade, seja por conflito de horário.

Para acessar diretamente os handouts e apresentações, clique AQUI e boa leitura!